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28 de outubro de 2019 por Belplas Embalagens

Sustentabilidade e “economia grisalha”

Sustentabilidade e “economia grisalha”
28 de outubro de 2019 por Belplas Embalagens

Associar o universo do empreendedorismo a uma determinada faixa etária (jovem, entenda-se) é, além de redutor, uma tendência ultrapassada. O empreendedorismo é, hoje, muito mais do que um ecossistema delimitado por um qualquer elemento. A transformação global a que assistimos – e que tem impacto a nível social e econômico – faz com que as tendências e os desafios colocados a este universo estejam em permanente mudança.

Neste paradigma de mudança, destaca-se a forte orientação para a “economia grisalha”. Se é verdade que vivemos, agora, mais anos, com mais e melhor qualidade de vida e totalmente voltados para um efetivo envelhecimento ativo, é, também, uma realidade o facto de os profissionais terem de se reinventar e de, numa fase mais avançada das suas vidas, encontrar novos caminhos – pessoais e profissionais –, abrindo, consequentemente, a porta a um novo modelo de empreendedorismo, uma lufada de ar fresco na atual conjuntura.

 

Não sei se será arriscado dizer que a “economia grisalha” será o futuro, mas é certo que esta nova geração de empreendedores irá determinar as ideias e as empresas que irão surgir. Este universo não poderá viver, contudo, apenas dentro da bolha das oportunidades. O empreendedorismo enfrenta todo um conjunto de novos desafios, a começar, desde logo, pela sustentabilidade, um tópico transversal a todos os setores e a todas as áreas de negócio.

 

Nesta nova era é, pois, inevitável apostar-se no “socialmente sustentável”. Num empreendedorismo que pense o conflito entre tecnologia, emprego e modos de produção, num verdadeiro empreendedorismo de causas. É urgente enveredar por um caminho que abra espaço ao aparecimento de apostas sustentáveis no agroalimentar, no mar, na saúde, nas tecnologias ou no turismo.

 

Vejamos, por exemplo, o caso dos territórios que têm, hoje e mais do que nunca, de estar abertos à criatividade e à inovação, pois só dessa forma conseguirão tornar-se atrativos. O marketing territorial é, sem dúvida, importante, mas não é, de todo, suficiente. As infraestruturas de apoio e a capacidade de relação com o conhecimento e as universidades do seu contexto (e não só) são fundamentais.

 

Por outro lado, a Administração Pública tem um papel fundamental, devendo assumir uma postura facilitadora, nomeadamente nas questões burocráticas e na capacidade de relação com estes novos públicos empreendedores. É urgente termos políticas públicas mais “taylor made” e uma governança ágil, coordenada e eficiente entre organizações e empreendedores.

 

Para atingirmos um novo patamar no que ao empreendedorismo diz respeito, há que apostar numa união de forças, em que cada um tem um papel fundamental, desde os jovens, passando pelas empresas, até às autarquias. É necessária uma aposta efetiva numa cultura empreendedora que seja aberta à inovação, que valorize e reconheça os empreendedores, que os prepare para a gestão da incerteza e do risco associado a esta área e, ainda, que os torne resilientes e capazes de lidar com o peso do insucesso e da consequente penalização do empreendedor (material e social).

 

Há que fomentar, verdadeiramente, o empreendedorismo nos vários níveis de ensino com recurso a pedagogias integradas e adaptadas, capazes de reforçar a importância da criatividade, do risco, do learning by doing e da experiência individual e direta, sem perder de vista a literacia financeira e a gestão.

 

É importante, ainda, termos em mente a necessidade premente de continuar a capacitar empresários e empreendedores para as questões relacionadas com a angariação de capital, a estruturação de projetos, o modus operandi do sistema bancário e, também, para aprender a conciliar escala com sustentabilidade.

 

Por fim, mas não menos importante, é urgente descobrir como empreender nos setores não tecnológicos e tradicionais da economia. Vivemos, agora, numa era cem por cento tecnológica, mas vivemos, também, num mundo em constante mutação. É hora, por isso, de alargar horizontes, de pensar a 360º e de tomar consciência que o futuro do empreendedorismo depende de cada um de nós e da nossa capacidade de adaptação.

Fonte: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/sustentabilidade-e-economia-grisalha-qual-o-futuro-do-empreendedorismo-497775

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